Mais seis horas de estrada e volto a Altamira. Desta vez conseguimos um ônibus grande, terrivelmente velho e sujo, mas com ar-condicionado, espaço e janelas lacradas. Chegando, depois de rápida ida ao hotel para largar as malas, ganho as ruas da cidade para, gentilmente, conhecê-la. Uma primeira parada na agência e descubro a história contada e jurada por todos: nascida sob a proteção de antiqüíssimo quartel do exército, que fica no cume de um morro próximo, Altamira deveria seu nome à mira alta que os soldados dispunham – alta mira! Se é verdade, não sei. Mas é tão jurada por todos que já passou a ser.
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